Seduct realiza ações para dinamizar Educação Especial e Inclusiva nas escolas da rede municipal

A Secretaria Municipal de Educação, Ciência e Tecnologia (Seduct) está intensificando ações para fortalecer a Educação Especial e Inclusiva nas escolas municipais com duas frentes em curso: parceria com a Animação Cultural e visitas técnicas às unidades. A parceira com a Animação Cultural foi formalizada no início de outubro e prevê inserir atividades de teatro, dança, música e artes plásticas adaptadas às especificidades de alunos com deficiência. As visitas retomadas em setembro contam com Professoras de Suporte Pedagógico (PSPs) que acompanham práticas e condições de atendimento até dezembro, com foco na garantia do direito à aprendizagem.

A colaboração com a Animação Cultural nasceu de uma reunião entre a gerência de Educação Especial e Inclusiva da Seduct e os agentes culturais para alinhar metodologias e tornar as artes um espaço de inclusão. As atividades serão oferecidas conforme a necessidade de cada estudante com deficiência, respeitando a formação do animador. A coordenadora de Educação Especial e Inclusiva, Rosângela Queiroz, afirma: “se o animador cultural ou instrutor de artes e ofícios tem como vertente cultural a dança, por exemplo, pode buscar crianças que queiram, com a autorização da família, participar das aulas e das apresentações. Isso se aplica para outras artes. Essa parceria tem como objetivo incluir a criança na atividade cultural para contribuir com seu desenvolvimento social e emocional”.

O programa de visitas às unidades escolares tem caráter técnico e pedagógico. O objetivo é observar e orientar aspectos como recursos pedagógicos, acessibilidade arquitetônica e funcionamento da sala de recursos. Sobre esse trabalho de campo, Rosângela destaca que “as orientações são sempre para a garantia ao direito de aprendizagem do aluno, respeitando suas individualidades”.

Além das frentes já em andamento, a gerência prepara uma série de ações de sensibilização e formação continuada para professores e gestores, voltadas à prática inclusiva diária. Rosângela reforça que o foco é uma atitude pedagógica humana e colaborativa e que a arte tem papel central nesse processo. “Ressalto a importância da inserção do aluno nas Artes que são fomentadas pela coordenação da Animação Cultural. Assim, através da arte, serão desenvolvidas suas habilidades sociais e emocionais”, declara. 

A expectativa da gerência de Educação Especial e Inclusiva é que a combinação entre intervenções culturais e acompanhamento técnico gere melhorias mensuráveis no atendimento a alunos com deficiência, maior participação familiar e integração entre serviços da rede.

Por Jorge Rocha 

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